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Na década de 60, quase tão popular quanto os Beatles, a noviça Julie Andrews era presença constante nas telas. Com carreira iniciada na Broadway em 1954, a grande oportunidade veio em 1964, na produção de Disney: Mary Poppins.
Embora não seja um projeto de Lina Bo Bardi, é chegada a hora da torre acima contar com um patrocínio. Porque não da Telecom? Podendo ostentar seu nome na famosa estrutura, a multinacional das comunicações se sentiria grata em assumir boa parte das despesas com a manutenção do monumento; afinal se ninguém é de ferro, a torre é. Anualmente, toneladas de tinta são necessárias para manter o oxigenio longe do metal. E tanta tinta custa muitos, muitos euros. Sem falar que o QRS que se destaca no horizonte parisiense passaria a ter, além de nome, sobrenome. Na verdade é uma idéia bem mais cativante do que se construir, ao lado da torre já existente, uma nova Babel, dotada de mirante com vista para o mar, pelo menos nos dias claros...; mesmo que saída da prancheta de um arquiteto da magnitude de um Júlio Neves. 
Produzida para a TV nos anos 70, a série policial Columbo trazia Peter Falk no papel título; um tenente do Departamento de Homicídios da polícia de Los Angeles capaz de capturar criminosos por mais astutos e ardilosos que fossem. Ao contrário das tramas de Agatha Christie, elaboradas para só revelar o assassino no final da história, os filmes do Ten.Columbo apresentam logo no início tanto o criminoso como um assassinato sendo cometido de forma altamente calculada, dando-nos a impressão de havermos testemunhado um crime "perfeito". O enredo, de qualidade rara em produções para televisão, mostra a investigação passo a passo e, finalmente, a captura dos mais espertos bandidos já apresentados para consumo na tela da TV. Assista e veja se você consegue escapar antes do final.